A Declaração Universal de Direitos Humanos foi assinada por diferentes representantes de países de todo o mundo, significando que todos os direitos subscritos naquele documento seriam considerados um padrão comum a ser seguido por todas as nações. A partir da Assembleia Geral realizada em 10 de dezembro de 1948 em Paris, ficou-se estabelecido quais direitos humanos seriam universalmente protegidos e, acertadamente o direito à educação foi incluído como um dos Direitos fundamentais para a evolução da humanidade (UNITED NATIONS, 1948, p.1).

O Direito a Educação não apenas faz parte da Declaração Universal em seu artigo 26, como também é citado no Preâmbulo como uma forma de implementação dos direitos humanos, significando que a defesa e divulgação desses direitos estão vinculados à escola e ao professor. É o pensamento crítico adquirido através do educador que fará o indivíduo perceber seus direitos primários na sociedade e também os seus deveres para uma convivência harmoniosa, evitando assim abusos por parte dos detentores de quaisquer tipos de poder. À escola é dada a função de instruir sobre os direitos humanos todos os dias, em todas as disciplinas e em todos os conteúdos, demonstrando aos cidadãos que­­­ os direitos do ser humano é interdisciplinar e se sobrepõe aos interesses individuais.

A Educação foi considerada um direito fundamental por ser indispensável para uma vida com dignidade. A primeira parte do artigo 26 da Declaração de Direitos Humanos trata do direito a instrução em seus graus elementares e é descrita como obrigatória e gratuita para todos, isto significa que toda pessoa deve ao menos aprender a ler, escrever e fazer cálculos matemáticos básicos que o auxiliem na vida em sociedade. No que tange a educação profissional esta não será obrigatória contudo, será acessível a qualquer pessoa que preencha os requisitos de mérito, ou seja, qualquer cidadão poderá competir com plena igualdade por uma admissão em uma instituição de ensino superior e, após aprovado, poderá se submeter as regras do ensino oferecido.

A segunda parte do artigo 26, da Declaração Universal dos Direitos do Homem estabelece que “ A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e o reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais”. A Constituição Federal ao recepcionar essa norma no nosso Ordenamento Jurídico dividiu com a família e com toda a sociedade a responsabilidade pela educação afirmando no artigo 205 que “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

A partir desse ponto faz-se claro que o Direito à Educação não se restringe apenas ao ingresso escolar com o intuito de aprender mais sobre leitura, ciências, matemática, história, ou até mesmo o conhecimento universitário adquirido com tanto esforço. O Direito a Educação abrange os ensinamentos recebido no seio familiar, a forma como se comportar perante a sociedade, o respeito aos limites e as autoridades, os princípios morais, orientações e o pensamento crítico. A escola tem papel importante na formação de cidadãos conscientes contudo, a construção de determinados valores não podem ser delegados a instituições públicas sob pena de construírmos uma sociedade cada vez mais marginalizada e com indivíduos sem consciência de seu papel na sociedade.

A última parte do artigo 26 da Declaração estatui que “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”. Esse Direito foi incluído na Declaração devido ao fato que as escolas estavam ensinando atos nazistas e os pais não tinham como proteger suas crianças dessas lições diárias. O intuito dessa norma é deixar para os pais ou guardiões o direito de escolher a escola que suas crianças irão frequentar, seja ela particular, pública, cristã, ateísta, bilíngue ou com uma linha pedagógicas específica. O governo tem o dever de oferecer instrução pública de qualidade porém, os pais terão liberdade de escolher a visão moral e religiosa que será transmitida aos seus  filhos de acordo com suas convicções.

É perceptível que a Declaração Universal de Direitos Humanos não tinha por intenção sobrepor o Estado à família, ao contrário, a família foi dado o direito de educar e proteger seus membros contra as deformações morais e intelectuais. No entanto, o Estado, através do Poder Judiciário, pode forçar os pais a enviar suas crianças à escola, pois assim estaria defendendo o Direito da criança à instrução.  

A Educação é um direito pessoal, local, nacional e até internacional; é uma ferramenta poderosa que ocorre durante toda a vida e é o melhor intrumento para o crescimento pessoal do indivíduo e aquisição de discernimento. É essencial para o exercícios dos demais direitos humanos, promovendo o completo desenvolvimento da personalidade. Devemos lutar como cidadãos para que todos tenham acesso à educação e para que a educação não seja um privilégio de poucos mas sim um Direito Humano.

 

por Igésia Rocha Barreto de Carvalho, membro da IPI de Aracaju, advogada, funcionária pública em Sergipe, atualmente estudando Educação Infantil no Canadá.

 

Referências:

BRASIL. Constituição Federal de 1988. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituição.htm>.

United Nations, The Universal Declaration of Human Rights. (1948). Disponível em: http://www.un.org/en/universal-declaration-human-rights/. Acesso em: 24 maio 2016.  

                                         

Aconteceu entre os dias 24 a 26 de junho de 2016, o Primeiro Proclame Regional, na próspera cidade de Teixeira de Freitas/BA.

Esse foi o tema do nosso Acampamento que aconteceu em Guararema (SP), nos dias 29 e 30 de abril e 1º de maio, no Espaço Recanto do Sol Nascente. Momento abençoado de evangelismo através do esporte, com muita integração e comunhão.

A coordenação esportiva esteve a cargo do Missionário Jonathan Nunes (Secretaria de Missões), palavra abençoada e desafiadora pelo Missionário Isaias de Góis (1ª IPI SOROCABA) e workshop sobre “VOLUNTARIADO”, aos cuidados da Missionária da MIAF, Ana Elisa Nunes.

Contamos com o trabalho árduo e eficaz de 30 voluntários da IPI do JABAQUARA, que se esmeraram no “SERVIR” aos 60 adolescentes do BETHEL GOL DE HONRA, presentes no Acampamento... Ficou um gostinho do quero mais, e com esse aprendizado e experiência, já estamos trabalhando para o próximo...

Nós da UPS – BETHEL GOL DE HONRA, estamos fazendo a nossa parte. O GOL DE HONRA, projeto que nasceu no coração de DEUS. Atende semanalmente 70 crianças e adolescentes da comunidade da Vila Guarani e através do esporte, principalmente o futebol, e do amor de DEUS que nos sustenta, levando alegria, esperança, vida cristã, cidadania e muita prática esportiva e comunhão a quem realmente necessita.

Estamos trabalhando na ampliação e profissionalização do Projeto, com a contratação de profissionais específicos e atendimentos outros, como: Escola de música; reforço escolar; inclusão digital; lutas marcial.

A IPI do Jabaquara e seu Conselho, são os grandes parceiros desse trabalho, e que tornou nossa amada Igreja, definitivamente, relevante na Comunidade.

Eclesiastes 11:6 “Semea pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas”

 

Gevani Andrade de Castro
Membro da IPI do Jabaquara
2º Secretário da  Associação Bethel Sorocaba

 

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No dia 25 de junho a Igreja Presbiteriana do Parque Ipê realizou o seu “V Encontro de Casais”.

“Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” Filipenses 2.13.


Deus relaciona-se com seus filhos de forma amorosa e acolhedora, e isso é surpreendentemente diferente de tudo o que vivenciamos em relacionamentos humanos.Muitos deles são movidos por interesses e merecimentos, porém, quando mantemos relacionamento íntimo com Deus, aprendemos que todo convívio deve ser baseado em amor e acolhimento. Dessa forma, somos inspirados e movidos a praticar ações repletas de amor em favor do próximo. Essas ações são marcadas pela presença maravilhosa de Deus. Somos instrumentos nas mãos dele. É Deus quem derrama o seu amor e nos acolhe quando estendemos as mãos.

Nós ACREditamos!  Compartilhando as bênçãos! O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram. Não os esconderemos dos nossos filhos; contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez. Salmos 78.3,4. Existem momentos inesquecíveis em nossa vida, e um deles, com certeza, é o nascimento dos nossos filhos. Algo inexplicável e surpreendente acontece dentro do peito! Que grande emoção é, após acompanhar todo o processo de desenvolvimento gestacional, ver nascer o filho amado e tão ansiosamente esperado.

A AIPRAL - Aliança de Igrejas Reformadas e Presbiterianas da América Latina enviou carta-ofício às suas igrejas membro no Brasil, solidarizando-se com a situação política vivida em nosso país.

 

Leia a carta:

 

protestantismo carta aipral texto

A AIPRAL - Aliança das Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina fará sua Assembleia Geral no Brasil em meados de agosto. O evento será realizado no Hotel Dann Inn Planalto, em São Paulo-SP.

Um tornado com ventos de mais de 250km/h castigou severamente a cidade uruguaia de Dolores, na última sexta-feira. 

Temos abordado nesta coluna ao longo dos últimos meses a temática da fidelidade em seus diversos aspectos e implicações. Diante do atual quadro político conturbado que estamos vivendo, necessário se faz enfocar alguns dos aspectos da fidelidade cristã e suas implicações na arena política.

“Tu és fiel, Senhor, meu Pai Celeste”

Servimos a Deus que é fiel!

Quem já não cantou com alegria e entusiasmo o hino acima, que expressa um dos mais preciosos ensinamentos bíblicos sobre o nosso Deus? A Bíblia nos apresenta Deus de muitas maneiras através das suas páginas, todavia a mensagem sobre a sua fidelidade é marcante. Ele não é apenas digno de confiança, mas cumpre as suas promessas, não falha nem mente. Nisso temos segurança e podemos descansar nas suas promessas, certos da misericórdia que se renova todas as manhãs. É um grande privilégio servir a um Deus fiel, que não nos desampara nunca. Todavia isso tem implicações, gera responsabilidade. Ele espera de nós também a fidelidade. Desde os primórdios do povo de Israel ficou clara essa implicação. “Serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo” (Lv 26.12). Paulo também nos lembra que “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1Co 1.9). Esse Deus fiel chama pessoas infiéis para servi-lo, transformando-as com sua graça e chamando-as a viver em fidelidade a vida cristã, os ministérios que Ele tem nos dado, a vocação com que temos sido chamados. Paulo nos lembra: “Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.  Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4.1,2). Em que consiste, portanto, essa fidelidade?

O que significa fidelidade na vocação

Primeiramente significa fidelidade a Deus, e isto nada mais é do que honrá-lo como Deus e Senhor.  Não podemos dividir nossa lealdade com nenhum outro deus. Não há como servir a dois senhores. Ele sempre deixou claro na sua Palavra: “não terás outros deuses diante de mim!”. Nenhum outro poder, instância, relacionamento podem ser objetos da nossa lealdade e dedicação irrestrita. Somente a sua Palavra merece ser ouvida e obedecida irrestritamente. Obedecer à sua Palavra é expressão da nossa fidelidade a Deus. É uma contradição de termos afirmar nossa fidelidade a Deus e viver em aberta e contínua desobediência à sua Palavra.

O segundo aspecto da fidelidade implica na fidelidade à sua igreja. Ele tem nos colocado para viver na família da fé, para que ali, nutridos, alimentados, guardados e ensinados, possamos frutificar. Em que pesem as contradições e incoerências encontradas na família cristã, somos chamados a lutar por esta fé que foi entregue aos santos.

Um terceiro aspecto da fidelidade diz respeito ao ministério ou à vocação com a qual temos sido chamados para servi-lo. Importante lembrar que o conceito de vocação na compreensão reformada não se restringe ao ministério pastoral, mas sim a todo serviço que fazemos em nome de Deus onde quer que vivamos e trabalhemos. Lutero lembrava que não somos chamados para sair do mundo, adentrando a um mosteiro ou convento, como era o grande ideal de espiritualidade durante a Idade Média, mas o mundo é o nosso “mosteiro”! 

Paulo nos lembra que “nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida...” (2Tm 2.4). Alistados no exército divino, não podemos nos envolver com qualquer atividade que comprometa nossa fidelidade a Cristo. É impossível ser cristão ou servir a Deus apenas alguns dias da semana, somente em algumas áreas da vida. A vida por inteiro, em todas suas demandas e propósitos, deve ser ocupada por Deus de maneira central e decisiva.

Fidelidade à vocação significa perseverança. Deus tem nos chamado para servi-lo, seja qual for o nosso ministério, isso requer perseverança. O serviço cristão é árduo, cheio de obstáculos e incompreensões. A alternativa da desistência, muitas vezes, se apresenta como a melhor escolha. Por vezes não desistimos, contudo nivelamos por baixo nosso compromisso, incidindo na mediocridade. O escritor da carta aos Hebreus, estimulando os seus destinatários que viviam um intenso momento de perseguição, dizia: “Com efeito tendes necessidade de perseverança... Se retroceder, nele não se compraz a minha alma... Nós porém não somos dos que retrocedem para a perdição...” (Hb 10.36-39).

A vocação cristã não é um passatempo, uma atividade opcional e temporária. O serviço cristão é um projeto de vida e de entrega, cujo preço é a renúncia e a cruz diariamente. Nesse sentido Jesus nunca nos iludiu, omitindo a verdade aos seus discípulos.

Fidelidade significa o esforço diligente no uso das habilidades que o Criador nos dotou. Ele nos capacitou com diferentes dons e talentos para glorificar ao nosso Pai Celestial. A parábola dos talentos é a ilustração dessa verdade. Nem todos aqueles servos receberam porção igual, contudo a forma como responderam trabalhando e multiplicando é que fez toda diferença. Ao final, o veredito foi pronunciado: “servo bom e fiel... foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”; mas ao negligente, a palavra de juízo: “servo mau e negligente...” (Mt 25.21-30).

Tentações no caminho

No exercício da nossa vocação somos constantemente tentados.  Fugir, à semelhança de Jonas, é sempre uma possibilidade.  As responsabilidades, os obstáculos, o sentimento de solidão aliados aos ataques do inimigo nos levam constantemente ao desejo de fugir e nos escondermos. Paulo lembrava em seu discurso perante ao Rei Agripa que não tinha fugido da missão (At 26.19). Somos tentados também, no afã de sermos bem-sucedidos, a fazer qualquer coisa para obter resultados. O desejo de ser bem-sucedido em si não é pecado. O problema é quando, nesse afã, empregamos qualquer meio ou estratégias questionáveis. Nem sempre o que funciona é verdadeiro ou bíblico. Somos tentados ainda frequentemente a ser mais do que nos é proposto. João Batista enfrentou essa tentação diante do sucesso do seu ministério, as multidões afluindo para ouvi-lo e muitos sendo batizados, quando lhe perguntaram “és tu o Cristo?”. Ele, contudo, teve que admitir: “Não, não sou o Messias. Sou apenas um mensageiro. O que vem depois é o maior!”. Todas as vezes que buscamos ser mais do que nos tem sido proposto, pecamos. Esta, aliás, é a essência do pecado inicial: desejo de ser como deuses e não simplesmente humanos, criaturas dependentes do Criador. Nossa vocação consiste em apontar para Ele. O mensageiro não pode ter a pretensão de obscurecer a mensagem que é Cristo!

Vocacionados para servir a Cristo, devemos exercer os nossos ministérios no espírito da exortação paulina: “Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele; se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.11-13).

Rev. Áureo Rodrigues Oliveira, Presidente da Assembleia Geral

O tema fidelidade foi tratado com muita propriedade e clareza nas edições anteriores. Tenho convicção de que ser fiel a Deus acima de tudo é a demanda mais importante da vida cristã. Não há como ser fiel à Palavra de Deus, à Igreja do Senhor, ao ministério da Palavra e dos sacramentos sem primeiro ser fiel ao nosso Deus. Tudo começa com o nosso relacionamento com o Senhor.

De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. (Eclesiastes 12.13)

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Prezado(a) tesoureiro(a),

Por conta de problemas técnicos, a emissão dos boletos de contribuição das igrejas locais do segundo semestre foram emitidos com atraso e serão enviados ainda nesta semana. Caso haja necessidade, você pode emitir uma segunda via dos boletos da seguinte maneira:

Tempo

Sao Paulo Brazil Limpo (dia), 17 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 6:42 am   |   Pôr do sol: 5:44 pm
90%     22.5 km/h     31.183 atm
Previsão
SáB Min.: 13 °C Max.: 23 °C
DOM Min.: 13 °C Max.: 23 °C
SEG Min.: 12 °C Max.: 25 °C
TER Min.: 13 °C Max.: 22 °C
QUA Min.: 13 °C Max.: 21 °C
QUI Min.: 15 °C Max.: 23 °C
SEX Min.: 14 °C Max.: 25 °C
SáB Min.: 13 °C Max.: 26 °C
DOM Min.: 14 °C Max.: 27 °C
SEG Min.: 11 °C Max.: 22 °C
Curitiba Brazil Ensolarado, 16 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 6:56 am   |   Pôr do sol: 5:51 pm
94%     17.7 km/h     30.648 atm
Previsão
SáB Min.: 10 °C Max.: 19 °C
DOM Min.: 12 °C Max.: 21 °C
SEG Min.: 10 °C Max.: 23 °C
TER Min.: 11 °C Max.: 18 °C
QUA Min.: 10 °C Max.: 16 °C
QUI Min.: 12 °C Max.: 20 °C
SEX Min.: 12 °C Max.: 22 °C
SáB Min.: 13 °C Max.: 24 °C
DOM Min.: 15 °C Max.: 25 °C
SEG Min.: 6 °C Max.: 21 °C
Rio de Janeiro Brazil Parcialmente Nublado (dia), 21 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 6:27 am   |   Pôr do sol: 5:31 pm
97%     35.4 km/h     34.024 atm
Previsão
SáB Min.: 19 °C Max.: 21 °C
DOM Min.: 20 °C Max.: 22 °C
SEG Min.: 19 °C Max.: 24 °C
TER Min.: 20 °C Max.: 24 °C
QUA Min.: 20 °C Max.: 21 °C
QUI Min.: 20 °C Max.: 21 °C
SEX Min.: 19 °C Max.: 21 °C
SáB Min.: 19 °C Max.: 23 °C
DOM Min.: 21 °C Max.: 25 °C
SEG Min.: 19 °C Max.: 22 °C
Salvador Brazil Tempestuoso, 25 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 5:54 am   |   Pôr do sol: 5:27 pm
85%     46.7 km/h     34.024 atm
Previsão
SáB Min.: 23 °C Max.: 25 °C
DOM Min.: 22 °C Max.: 24 °C
SEG Min.: 23 °C Max.: 23 °C
TER Min.: 22 °C Max.: 23 °C
QUA Min.: 22 °C Max.: 24 °C
QUI Min.: 23 °C Max.: 25 °C
SEX Min.: 22 °C Max.: 24 °C
SáB Min.: 22 °C Max.: 23 °C
DOM Min.: 22 °C Max.: 25 °C
SEG Min.: 23 °C Max.: 26 °C
Brasilia Brazil Ensolarado, 22 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 6:36 am   |   Pôr do sol: 6:0 pm
40%     22.5 km/h     29.880 atm
Previsão
SáB Min.: 16 °C Max.: 25 °C
DOM Min.: 15 °C Max.: 23 °C
SEG Min.: 14 °C Max.: 23 °C
TER Min.: 13 °C Max.: 26 °C
QUA Min.: 14 °C Max.: 26 °C
QUI Min.: 16 °C Max.: 25 °C
SEX Min.: 17 °C Max.: 26 °C
SáB Min.: 15 °C Max.: 26 °C
DOM Min.: 16 °C Max.: 27 °C
SEG Min.: 17 °C Max.: 29 °C
Manaus Brazil Limpo (dia), 31 °C
Current Conditions
Nascer do sol: 6:7 am   |   Pôr do sol: 6:6 pm
70%     11.3 km/h     33.590 atm
Previsão
SáB Min.: 25 °C Max.: 31 °C
DOM Min.: 25 °C Max.: 30 °C
SEG Min.: 24 °C Max.: 31 °C
TER Min.: 25 °C Max.: 32 °C
QUA Min.: 25 °C Max.: 31 °C
QUI Min.: 25 °C Max.: 30 °C
SEX Min.: 25 °C Max.: 28 °C
SáB Min.: 24 °C Max.: 28 °C
DOM Min.: 25 °C Max.: 31 °C
SEG Min.: 26 °C Max.: 32 °C

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Cremos na Santa Trindade, que é modelo de comunhão, unidade e amor. Cremos no Deus Pai, criador dos céus e da terra e de todos os seres humanos. Cremos em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor e Salvador, que traz boas notícias aos pobres, liberdade aos cativos, vista aos cegos, libertação aos oprimidos e perdão para os nossos pecados. Cremos no Espírito Santo derramado sobre filhos e filhas, moços e velhos, servos e servas. Cremos na Igreja, família da fé, que abriga, acolhe e promove uma espiritualidade fundamentada na graça de Deus, que traz vida em plenitude, segundo as Escrituras Sagradas. Cremos como nossa missão, a proclamação do Evangelho do Reino de Deus, para paz, justiça, liberdade e solidariedade entre todos. Amém.

Cremos em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas, visíveis e invisíveis. Cremos em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os tempos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, do mesmo ser com o Pai, por meio do qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós e pela nossa salvação, desceu do céu, e se encarnou do Espírito Santo e da virgem Maria, e se tornou verdadeiramente humano. Foi por nós crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu, e foi sepultado, e ao tercceiro dia ressuscitou, segundo as escrituras; subiu ao céu e está sentado à direita do Pai. Virá de novo com glória a julgar vivos e mortos, e o seu reino não terá fim. Cremos no Espírito Santo, o Senhor, o Doador da vida, o que procede do Pai e do Filho, o qual juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou através dos profetas. Cremos na Igreja una, santa, católica* e  apostólica. Reconhecemos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, criador dos céus e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo. Nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai Todo Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa igreja católica*; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; e na vida eterna. Amém.

* Aqui, a palavra “católica” não está se referindo à instituição religiosa de mesmo nome. Neste caso, o vocábulo é utilizado como sinônimo da igreja que está sobre o mundo todo, e hoje, não seria possível fazer uso dos sinônimos “universal” ou “mundial”, em detrimento da palavra “católica”, pois também são nomes de instituições religiosas. Veja Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXV 1, 2, 3 e 4

O presente texto é extraído de BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã, São Paulo: ASTE/SIMPÓSIO, 1998, p. 61, 62