Se eu fosse tão dedicado à oração quanto o cachorro de Peter Weller se entrega à comida, hoje mesmo minhas orações seriam capazes de trazer o Dia do Juízo; esse cachorro não pensa em mais nada o dia inteiro além de lamber sua tigela. (Martinho Lutero)

A adoração vem se tornando, nos últimos anos, um dos eixos principais das liturgias em nossas igrejas. A fórmula litúrgica que privilegia os cânticos de adoração como maior parte do culto tem sido apresentada por vertentes da igreja evangélica ligadas aos movimentos missionais e de contemporaneidade do culto e da pregação.

Em setembro de 2016 publicamos em O Estandarte um artigo falando da liturgia que Martinho Lutero e João Calvino desenvolviam em suas respectivas igrejas. Ali estão expressas, em linhas gerais, as pequenas mudanças promovidas pelos Reformadores diante da nova realidade eclesiástica que se apresentava.

Quando falamos de liturgia não estamos falando de ontem. Atrás de nós existem dois mil anos de liturgia cristã e mais de um milênio de liturgia judaica, que influenciou diretamente o culto cristão. Jesus e seus discípulos praticavam o culto judaico. As primeiras comunidades cristãs participaram por um tempo da sinagoga. Logo seria natural uma influência judaica no culto cristão.

Com o lançamento de nosso aplicativo, irmãos e irmãs têm entrado em contato para enviar suas meditações para publicação. Visando normatizar a escrita nesta seção do Portal e do Aplicativo, apresentamos as regras para publicação de textos nesta seção:

O Hinário Cantai Todos os Povos passou por uma revisão musical e será relançado no próximo sábado (28/10/2017), por ocasião do Culto em Celebraçãço aos 500 anos da Reforma Protestante, na 1ª IPI de São Paulo.

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