Quanto se deve dar?

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Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. (2 Coríntios 8.12)

Esta é uma pergunta recorrente. A resposta, Paulo a dá aos coríntios dizendo que a boa oferta é dada conforme o que se tem, e não do que não se tem. A expressão “se há boa vontade” norteia o valor da oferta.  A oferta, para Paulo, não deveria ser algo além da capacidade de cada um, ou seja, não se deve fazer dividas para ofertar o valor a Deus, mas deve-se dar daquilo que se recebe, daquilo que está no coração.

Jesus, quando fala sobre a oferta da viúva pobre, nos dá o parâmetro do verdadeiro dízimo: dar o que tem, e de coração. O dízimo é o gesto de gratidão a Deus e de confiança nele. Ele nos sustenta, o valor que devemos dar é fixado pela nossa gratidão a Deus. Não há um índice ou referencial financeiro. O que determina o valor é o nosso coração, e alinhado ao desejo de ofertar deve estar a certeza de que cumpriremos os compromissos financeiros que temos. O valor da nossa oferta deve ser entregue integralmente, não devemos reter conosco nem parte, nem a totalidade dos valores que fixamos para ofertar a Deus. Se assumimos um propósito de oferta para a obra de Deus, que sejamos fiéis neste propósito.

Oração: Senhor, que eu compreenda a necessidade de ofertar com o coração para o sustento de tua obra. Em nome de Jesus, amém.

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Araraquara, SP
Secretário de Música e Liturgia da IPIB

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