Por que é Natal?

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O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas. Isaías 9.2

Porque é Natal as mensagens são boas, as letras agradáveis, as imagens felizes; os sorrisos são largos, os abraços rotineiros, as presenças acontecem; as canções são entoadas, os jantares servidos, os presentes dados; as mães se agitam, os pais se remexem, as crianças se empolgam; as luzes brilham, as lojas vendem, as cidades se enchem; as viagens acontecem, os parentes se achegam, as casas se animam.

Por que é Natal? Porque um dia um menino veio e nos mostrou que não precisamos mais de uma data anual para sermos bons, agradáveis e felizes; sorrir, abraçar e ser presente; cantar, estar à mesa e presentear por presentear. Porque um dia um menino veio e nos disse que pais e mães devem olhar com ternura para seus filhos, que o brilho maior é sua luz; que não há o que vender, apenas doar; que cidade cheia só se for para festejar; que viajar é necessário, mas que todo dia o meu vizinho é meu parente, meu irmão e que eu não preciso de uma data para que minha casa seja sempre animada. Anima. Fôlego. Vida. Por que é Natal? Porque um menino nasceu, há muito tempo, e hoje ele nos convida ser Natal todos os dias.

Oração: Senhor, “Um dia a paz e a justiça coroarão nossos mundos sonhados, como eternos namorados; um dia a paz e a justiça sepultarão todos os arsenais; um dia a paz e a justiça serão as palavras finais; um dia a paz e a justiça tirarão de nossos lábios a palavra guerra; um dia a paz e a justiça brindarão o azul deste céu chamado terra; um dia a paz e a justiça acabarão para sempre com a fome; um dia a paz e a justiça serão, para sempre, de todas as nações, o novo nome. Porque um menino nos conduzirá!”* Em nome de Jesus, amém.

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Araraquara, SP
Secretário de Música e Liturgia da IPIB

*(Um dia..., de Carlos Alberto e Inês de França Bento e Paulo Roberto Rodrigues em Culto Arte – Celebrando a vida. Ed. Vozes – Petrópolis, RJ – 1999)